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Chá de Amora


                                Chá de amora
Para aqueles que não conhecem a amora, estejam cientes, esta é uma fruta que realmente tem feito milagres em relação a vida de muitas pessoas que prezam pela sua saúde. E pensando nisso vamos passar tudo sobre o Chá de Amora.
De acordo com pesquisas, a folha da amora miúra, além de ser muito rica em vitamina, é algo bastante nutritivo para a saúde, pois possui 22 vezes mais cálcio que o leite, além de conter mais potássio, magnésio e ferro natural, proteína, fibra, zinco e levedura.
Veja também: Chá de noz moscada
Imagine você, fazendo um belo chá com a amora, uma bebida que pode auxiliar na hidratação e cura de muitas doenças, sem contar que fortalece a memória, enfim, é algo espetacular
No caso das crianças, o chá de amora ajuda no crescimento e desenvolve muito bem a memória infantil.
Diferente do que muitos pensam, a amora não é apenas uma frutinha que se colhe e sai comendo a toa, nada disso, é algo que poder nos ajudar e muito, pois, por se tratar de um alimento natural, nos trás resultados em poucos dias.

Benefícios do Chá de Amora

  • Auxilia no combate ao Diabetes – Possui a DNJ, Inibidora da Taxa de Glicose com a liberação Natural de insulina;
  • Previne a obesidade pela decomposição do açúcar no intestino delgado;
  • Pode auxiliar na inibição ou elevação da Pressão Arterial;
  • Equilibra as taxas de Colesterol e de Gorduras Neutras no Sangue;
  • Emagrece;
  • Ajuda no funcionamento do Fígado e dos Rins;
  • Pode ajudar e auxiliar na inibição do Câncer;
  • Auxiliar no combate a Prisão de Ventre;
  • Ajuda e previne Artrose

Chá de amora – Como Preparar

O chá de amora miúra deve ser feito corretamente e inclusive consumido de forma em que não haja problemas, seu modo de preparar é simples, confira a seguir!
Como fazer: Para fazer o chá de amora você deve despejar um pacotinho (12 gramas) de folhas de Amora Miúra Yamamoto em 1,5 litro de água, e detalhe, ela deve estar ainda fria e a seguir, deixe ferver por 10 minutos.
Após ter feito o que foi dito, é bom coar para que evite mais reações, próximo passo, pode servir-se naturalmente, quente ou gelado durante o dia em quantidades de 180/200 ml a cada hora, vá intercalando com água na mesma proporção, e isso, sendo uma hora chá e outra água natural. O chá deve ser consumido no mesmo dia! (Quer saber mais sobre a fruta, clique aqui!
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Benefícios da Babosa


                                   Benefícios da Babosa

Aloe vera é conhecida aqui no Brasil como Babosa. Essa planta de origem do norte da África possui muitos benefícios não só para a beleza dos cabelos mas de várias outras utilidades.
A babosa é essencial para aliviar as queimaduras causada pelo sol. Se você está muito queimada do sol a babosa pode ser aplicada na pele para o alívio rápido da dor.
Ela também mantém o bronzeado por mais tempo. Digamos que você está em férias em algum lugar quente e você está na praia se bronzeando então aplique a babosadurante a noite pode ajudar a manter o bronzeado por mais tempo. Além de acalmar a pele também garante aquele bronzeado brilhante.
                                 Benefícios da Babosa
Babosa como gel de cabelo. Caso você precise de gel para cabelos e não tem nenhum industrializado à mão, a babosa pode fazer esse papel também.
A babosa ajuda a diminuir espinhas. Não há maneira mais barata de diminuir espinhas do que com a babosa. As propriedades da babosa ajudam a minimizar a vermelhidão das espinhas e deixam a pele como nova.
                         Benefícios da Babosa
Babosa para picada de insetos. A babosa reduz a inflamação e a vermelhidão na pele causada por picadas de insetos.
Por último mas não menos importante, a babosa é barato! Para quem tem um jardim em casa depois de tantos benefícios, vai querer com certeza cultivar essa planta no jardim, mas de qualquer forma ela pode ser encontrada em feiras nas cidades e o preço é bem baixo.
Sempre Tops
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BOBOS DA CORTE

O ser humano ao nascer, ele não escolhe a que família vai pertencer.
Estes seres começam as suas vidas do modo de como encontra a estrutura da família. Se é numa família nobre, vão receber bons ensinamentos como também o seu caráter e a sua personalidade são formados com os parâmetros que são requeridos. Porém se estes indivíduos são advindos de uma família onde os seus pais tiveram uma aventura e consequentemente um filho indesejável, visto que, o pai já havia antes constituído uma família à qual dava todo carinho e amor, estas criaturas irão se desenvolverem sem qualquer preparo para a vida pela frente tornando-os verdadeiros ignorantes, incultos e mentirosos enveredando para a ingestão de cachaça (droga considerada como lícita)
Transpondo muitas barreiras como por exemplo a fome, estes indivíduos conseguem se safarem por piedade através de migalhas de amigos e vizinhos.
Fazendo biscates um aqui, outro ali, eis que conseguem trabalhar, conseguindo formar uma família, também sem estrutura, diga-se de passagem, vão levando a vida.
Ignorando os direitos e deveres das pessoas que estão à sua volta e já com a idade passando dos quarenta acham que são “os donos do pedaço” com arrogância mostrando despreparo cultural e psicológico.
Enche a sua casa de elementos iguais a eles sem qualquer indício de cultura busca ocultar toda a ignorância através das esbórnias promovidas regadas a cachaça e cervejas com  gritarias e músicas de estilo pejorativo desrespeitando todas as pessoas que estão no entorno.
Será que ainda haverá jeito para estes “BOBOS DA CORTE”?

  
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Ao contrário do que parece, a astronomia garante que nossos dias têm ficado mais longos

Astrônomo do Observatório Real de Greenwich, no Reino Unido, explica a origem do sistema criado pelo homem para demarcar com precisão a passagem do tempo


Por BBC

CIÊNCIA E SAÚDE


                               
Como seria se não houvesse medidas precisas de tempo? Nada de horas ou minutos?
A importância desse sistema em nossas vidas é tal que fica difícil vislumbrar a vida sem relógios, mas um dia já foi assim – e coube ao homem criar uma forma de demarcar a passagem do tempo com exatidão.
Mas como os dias acabaram sendo divididos em 24 horas? Ou se convencionou que o sentido horário seria da esquerda para a direita?
Marek Kukula, astrônomo do Observatório Real de Greenwich, em Londres, no Reino Unido, responde a esta e outras dúvidas e curiosidades sobre o tempo.

Por que os dias são divididos em 24 horas?

Isso remonta ao Egito antigo e seu sistema de divisão dos períodos de luz do dia e de escuridão, segundo o especialista.
"De noite, eles dividiram o céu em dez seções iguais tendo certas estrelas como referência e ainda com outras duas seções específicas para o poente e o nascente", diz Kukula.
"Durante o dia, eles usavam relógios solares e decidiram dividir o dia também em 12 partes. E, com isso, chegamos ao sistema de 24 horas."

E quanto aos minutos e segundos?

A divisão de horas em 60 minutos e do minuto em 60 segundos vem do Oriente Médio – da Babilônia e, antes disso, do Imperio Sumério.
Kukula explica que essas civilizações gostavam de usar divisões em 60 partes. "Aparentemente, eles achavam que essa era uma boa forma de fracionar as coisas."

É verdade que os dias hoje são mais curtos que há alguns anos?

É o contrário. Na verdade, é muito difícil definir a duração de um dia, segundo o astrônomo britânico.
A órbita da Terra não é exatamente circular, então, o Sol não leva o mesmo tempo para chegar ao mesmo ponto do céu a cada dia.
"E a rotação da Terra não é constante, pode acelerar ou ficar mais lenta", diz Kukula. "Fenômenos como terremotos mudam o formato da crosta terrestre, e isso pode alterar o ritmo de rotação do planeta."
A Lua e e sua influência sobre as marés, a enorme quantidade de água que a gravidade da Lua movimenta na superfície da Terra, também afetam os movimentos do planeta, funcionando como um "grande freio".
"O efeito disso no longo prazo é que a rotação da Terra está desacelerando, e os dias estão ficando mais longos. Os dinossauros tinham dias mais curtos do que nós, e os de nossos descendentes serão mais longos."

Quando foi decidido que os ponteiros do relógio se moveriam para a direita?

É por uma razão astronômica, diz Kukula. A tecnologia de engrenagens de relógios remonta à Grécia antiga, mas foi só na Idade Média que relógios mecânicos se popularizaram.
"Antes disso, as pessoas usavam relógios solares para demarcar o tempo. Conforme a Terra gira e o Sol produz uma sombra no chão que se movimenta. No hemisfério norte, ela se move da esquerda para a direita, em um arco", diz o astrônomo.
"Quando começaram a ser criados relógios com faces circulares, foi possível adotar esse movimento nos dispositivos."

É possível voar rumo a oeste e chegar antes da hora em que se partiu por causa do fuso horário?

Todas as viagens levam algum tempo, então, é impossível chegar antes do horário de partida, segundo Kukula.
Mas é possível "voltar no tempo" de certa forma já que vivemos em um planeta esférico e determinamos o horário local de acordo com o sol.
"O mundo foi dividido em 24 fusos. Então, é possível ir para oeste e entrar em uma zona com outro fuso e, de repente, o horário é adiantado em uma hora", diz Kukula.
Isso torna-se mais complexo quanto mais próximos estamos do Equador, porque as zonas de fuso são mais largas nesta região do planeta.
"Você teria de viajar muito rápido, mas, se você for em direção aos polos, as zonas ficam mais estreitas, e, exatamente nos polos, você pode estar em todas as zonas ao mesmo tempo."

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Missões em Marte, superfoguetes e mais do que ciência espacial prepara para 2018

Antes restrita a poucas potências, a exploração do espaço é cada vez mais internacional - diferentes países preparam missões para este ano.




CIÊNCIA E SAÚDE



                             A Boeing trabalha para que a cápsula espacial Starliner possa transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional  (Foto: Boeing)

Dos próximos capítulos da exploração comercial do espaço ao desenvolvimento de carros equipados com motores de foguete, 2018 promete ser um ano movimentado para a ciência espacial.
A BBC selecionou algumas das novidades preparadas pelo setor para este ano, que incluem o envio de novas missões a Marte e a Mercúrio, a exploração de asteroides e o início da construção dos superfoguetes do empresário Elon Musk.
Mundo em movimento
Antes restrita a poucas potências, a exploração do espaço é cada vez mais internacional - e diferentes países preparam missões para este ano. A primeira delas, prevista para março, será a Chandrayaan 2, a nova etapa do inovador projeto de exploração lunar que a Índia iniciou em 2008.
Enquanto a tecnologia da Chandrayaan 1 permitia apenas que a sonda orbitasse em volta do satélite, a Chandrayaan 2 será capaz de aterrissar e se locomover sobre a superfície da Lua.
O lançamento, a partir do centro espacial de Satish Dhawan, em Andhra Pradesh, no sul do país, será feito com a ajuda do veículo de lançamento de satélite geosíncrono (GSLV, na sigla em inglês), desenvolvido pela agência espacial indiana, a ISRO.
Já a Nasa, agência espacial americana, planeja ir novamente a Marte em maio, com a missão InSight. Desta vez, os americanos querem investigar o que há abaixo da superfície do Planeta Vermelho.
Na tentativa de reunir evidências que esclareçam como o astro foi formado, a sonda InSight será equipada com um sismógrafo - para medir os "Marsquakes", expressão em inglês para "terremotos de Marte" - e um sensor de calor.
                     A missão InSight, da Nasa, vai monitorar os Marsquakes, que seriam os terremotos de Marte  (Foto: iStock)
Em julho, a sonda Hayabusa-2 deve chegar a seu destino, o asteroide 162173 Ryugu - um passo importante no esforço da Jaxa, agência espacial japonesa, de coletar material desses corpos rochosos e trazer para a Terra.
Sua antecessora, a Hayabusa, aterrissou no asteroide Itokawa em 2005. Após enfrentar alguns percalços - por uma série de falhas, chegou-se a questionar se a sonda conseguiria fazer o caminho de volta -, a missão retornou com uma quantidade pequena de amostras de material para análise de cientistas.
Os engenheiros da Jaxa fizeram uma série de melhorias na Hayabusa-2. A sonda fará pequenas aterrissagens no Ryugu, retirando uma quantidade maior de material da superfície que sua antecessora.
Mas o Japão não será o único país a visitar um asteroide neste ano. Lançado em 2016, o veículo espacial Osiris-Rex, da Nasa, deve chegar em agosto a 101955 Bennu, para também coletar amostras.
A agenda movimentada das missões espaciais também inclui uma empreitada conjunta da Europa e do Japão para explorar o planeta mais próximo do Sol: Mercúrio. Batizada de BepiColombo, a missão tem como objetivo ampliar e aprofundar o conhecimento sobre o planeta adquirido pela Messenger, sonda espacial não-tripulada da Nasa.
A BepiColombo lançará dois veículos espaciais reunidos em uma mesma estrutura, para realizar um mapeamento detalhado e investigar o campo magnético do planeta. Com isso, os cientistas esperam ajudar a esclarecer questões-chave, como por que Mercúrio possui quantidade elevada de ferro em seu núcleo e uma camada fina de rochas de silicato na superfície.
Exploração comercial do espaço
Este também será o ano em que a empresa aeroespacial do empresário Elon Musk, a SpaceX, lançará um dos foguetes mais potentes já construídos: o Falcon Heavy.
Em dezembro, Musk provocou seus seguidores no Twitter com fotos dos bastidores da montagem da estrutura no centro espacial John F. Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos. Seu sistema de propulsão conta com dois veículos Falcon 9, que estarão em volta da estrutura central do superfoguete.
O gigante de 70 metros conseguirá enviar 54 toneladas métricas de carga ao espaço - o dobro da capacidade do foguete mais potente hoje em atividade, o Delta IV Heavy.
Além disso, abrirá espaço para que a SpaceX avance no campo de lançamento de satélites e chegue mais perto da meta de ser a primeira empresa privada a enviar astronautas à órbita da Terra.
A companhia, contudo, não está sozinha nessa corrida. Empresas como a Boeing também têm projetos para enviar naves tripuladas à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) e, assim como a SpaceX, contam com apoio do governo americano.
                      Elon Musk publicou em dezembro fotos da construção do Falcon Heavy  (Foto: SpaceX)
Desde 2011, quando a Nasa aposentou seus ônibus espaciais, os Estados Unidos dependem da nave russa Soyuz, que faz viagens periódicas à estação, para chegar à ISS - fato que tem feito muitos profissionais do setor no país torcerem o nariz.
A Boeing e a SpaceX têm planos para testar seus respectivos sistemas de lançamento nos próximos anos - primeiramente com veículos não-tripulados e, na sequência, com astronautas.
Como a segunda etapa implica submeter um grupo de americanos a tecnologias completamente novas em pleno espaço sideral, nenhuma das empresas está disposta a arriscar demais - então é possível que haja atrasos no cronograma.

Mas, uma vez que os testes sejam bem-sucedidos, os dois sistemas poderão ser certificados pela agência espacial americana. E, partir daí, a SpaceX e a Boeing poderão começar a fechar contratos para transportar astronautas à agência espacial.
A Nasa também trabalha em seu próprio sistema de lançamento - a tão esperada cápsula Orion e o foguete SLS, que serão usados para enviar seres humanos além da órbita da Terra. Se tudo correr como planejado, a Orion poderia ser lançada em um teste não-tripulado em 2019 - e com astronautas, em 2021.
Velocidade máxima
E não é só a ciência espacial que deve apresentar suas supermáquinas neste ano. Após vários atrasos, o carro supersônico britânico Bloodhound deve chegar mais perto de quebrar o recorde de velocidade de um veículo em terra. A meta é atingir 1.000 milhas por hora (aproximadamente 1.600 km/h).
                     Equipado com o motor de um caça, o Bloodhound quer quebrar a barreira das 1.000 milhas por hora  (Foto: EPA)
Com um foguete acoplado ao motor de um caça do tipo Eurofighter-Typhoon, o carro já desfilou em 2017 pela pista do aeroporto de Newquay, na Cornualha, sudoeste da Inglaterra, em um teste de "baixa velocidade" - a meras 200 milhas por hora (320km/h).
Em outubro, o Bloodhound viaja para a África do Sul, com o objetivo de tentar ultrapassar o limite de 500 milhas por hora (800km/h), em meio às salinas de Hakskeen, no deserto do Kalahari.

A marca ainda é inferior ao atual recorde, de 763 milhas por hora (1.228 km/h), mas será importante para que os engenheiros envolvidos no projeto coletem as informações que permitirão ao veículo atingir velocidades ainda mais altas em 2019 e 2020.

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